sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Em congresso, secretário de Telecomunicações fala sobre a utilização de satélites no PNBL

Martinhão destacou que os satélites cobrem vastas áreas geográficas, viabilizando a prestação de serviços de telecomunicações em locais densamente povoados e em regiões mais afastadas

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O secretário de Telecomunicações do MiniCom, Maximiliano Martinhão, participou, nesta quinta-feira (6), do Congresso Latino-Americano de Satélites 2011, que está sendo realizado no Rio de Janeiro. Em sua apresentação, Martinhão falou sobre o papel do satélite no Programa Nacional de Banda Larga, destacando alguns aspectos, como a capacidade que os satélites possuem de cobrirem vastas áreas geográficas, viabilizando a prestação de serviços de telecomunicações tanto em locais densamente povoados como em regiões mais afastadas. Além disso, o secretário ressaltou o custo atrativo dessa solução quando comparado com aquele decorrente da instalação de infra-estrutura terrestre para estabelecimento de comunicação em áreas de difícil acesso.

Martinhão lembrou que, no último mês de agosto, a Agência Nacional de Telecomunicações licitou o primeiro direito de exploração de satélites no Brasil, no valor total de R$ 254,4 milhões. Isso vai permitir que quatro novos satélites brasileiros entrem em operação, cobrindo 100% do território nacional e dedicando parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez.

"O satélite deverá atender a 24,4 milhões de pessoas em áreas remotas e não aglomeradas. E chegará a 1.283 municípios tendo o satélite como backhaul. Enquanto a rede não chegar, vai por satélite, com envolvimento de empresas públicas e empresas privadas", disse o secretário. Para ajudar no cumprimento da meta do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), o governo vai construir um satélite próprio, que será usado também pelo Ministério da Defesa. Recursos para a construção do primeiro satélite, que deve custar cerca de R$ 700 milhões, já estão previstos na proposta de orçamento para o próximo ano.

Com a presença de especialistas, da comunidade empresarial e do governo, o evento também vai discutir, até esta sexta-feira (7), o fortalecimento da indústria aeroespacial no país, as novas aplicações em vigilância marítima, meteorologia e sensoriamento remoto.

Confira aqui a palestra do secretário.


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MiniCom divulga lista de cidades atendidas com banda larga por concessionárias de telefonia


A partir de agora, consumidores poderão acompanhar implementação de banda larga nas cidades de seu Estado
 Foto: Herivelto Batista

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O Ministério das Comunicações divulgou nesta sexta-feira a relação de cidades atendidas pelo serviço de banda larga nos moldes do Programa Nacional de Banda Larga. O serviço está sendo oferecido pelas concessionárias de telefonia fixa, que assinaram um acordo com o governo, em junho deste ano, se comprometendo a oferecer conexão banda larga, na velocidade de 1 megabit por segundo, ao valor mensal de R$ 35. (Clique aqui para acessar os dados)

Nesta primeira etapa, foram contemplados 344 municípios em 18 Estados brasileiros. A internet popular está sendo vendida pelas empresas Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel em suas respectivas áreas de atuação. O acordo firmado entre governo e teles prevê que até 2014 todos os municípios brasileiros deverão contar com oferta de internet em alta velocidade.

Os dados sobre as cidades atendidas podem ser consultados no site do Ministério das Comunicações. As informações são classificadas por unidade da federação. Ao clicar na localidade desejada, aparece na tela do usuário a lista de cidades atendidas pela concessionária no Estado.

Para o diretor do Departamento de Banda Larga do MiniCom, Artur Coimbra, a intenção dessa divulgação do Ministério das Comunicações é permitir que o usuário tenha o acesso mais transparente possível aos locais onde essa oferta já existe. “É uma lista para que o cidadão tenha claro para si onde já existe essa oferta, para que ele possa, de posse dessa informação, cobrar a prestação do serviço no município onde reside”, avalia o diretor.

A lista deverá ser atualizada a cada semestre, a partir de informações fornecidas pelas próprias concessionárias.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PRÊMIO DE JORNALISMO

Já estão abertas as inscrições para o 3º Prêmio Unimed de Jornalismo. Neste ano, o tema é bem geral: Saúde. As matérias concorrentes poderão envolver questões como prevenção, qualidade de vida, medicamentos e tecnologias (novidade e uso adequado), esclarecimentos sobre doenças e enfermidades (sintomas, causas e tratamentos) e demais assuntos que afetem, direta ou indiretamente, a Saúde Pública e a Suplementar.

O Prêmio é uma realização da Federação das Unimeds do Paraná e conta com apoio da Ocepar (organização das Cooperativas do Paraná) e Sindijor (Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná).

Podem participar profissionais e estudantes de jornalismo. São quatro categorias (profissional, destaque acadêmico, mídia corporativa e categoria especial), que pagarão, ao todo, R$ 37 mil, livres de impostos.

A novidade, deste ano, é que a categoria especial tem temática específica, O uso consciente dos recursos e serviços de saúde, e vai pagar R$ 5 mil ao vencedor.

Podem ser inscritas matérias veiculadas de 10 de novembro de 2010 a 28 de outubro de 2011. Mais informações, no setor de Comunicação Corporativa, Marketing e Responsabilidade Social, da Unimed PR, por meio da Assessoria de Imprensa, pelo telefone (41) 3219-1488 ou pelo e-mail imprensapr@unimedpr.com.br

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

| AIP NA BIENAL DO LIVRO

Na 8º edição, a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco que reúne de 23 de setembro a 02 de outubro as principais livrarias e entidades de educação e cultura do país, no Centro de Convenções, em Olinda, conta com um novo atrativo, a Casa da Imprensa Pernambucana – um estande da AIP dedicado aos jornalistas que durante o evento queira ler os jornais do dia, tomar um café, uma água ou encontrar os amigos.
O estande funciona das 10 às 22 horas, durante todos os dias da Bienal.

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Consulta pública sobre serviços de RTV e RpTV recebe 552 contribuições


Sugestões serão analisadas para publicação das novas regras de autorização dos serviços


Brasília, 03/10/2011 - O Ministério das Comunicações recebeu 552 contribuições na consulta pública sobre mudanças nas regras de autorização dos serviços de retransmissoras (RTV) e repetidoras (RpTV) de sinais de televisão, também chamados serviços ancilares de radiodifusão. A consulta foi aberta em julho e encerrada em 30 de setembro.

Entre as mudanças propostas pelo MiniCom está a realização de avisos de habilitação por localidades, abertos às entidades interessadas em operar as estações de RTV ou RpTV. Outra atualização está no sistema de pesos para escolha das entidades que vão operar o serviço.

“A grande diferença desse regulamento para as versões anteriores é o estabelecimento de critérios objetivos para definição de uma concorrência entre as entidades. O Ministério das Comunicações, assim como fez com a radiodifusão educativa, propôs critérios e uma pontuação para eles”, afirma o coordenador-geral de Radiodifusão Comunitária do MiniCom, Octávio Pieranti.

As sugestões recebidas serão analisadas pela Secretaria de Comunicação Eletrônica do MiniCom e em breve a portaria com o novo regulamento será publicada no Diário Oficial da União.

As RTVs e RpTVs são estações usadas para que o sinal das emissoras geradoras possa chegar mais longe. A principal diferença é que as retransmissoras levam o sinal diretamente ao público, enquanto as repetidoras reforçam o sinal entre geradoras ou retransmissoras.
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