“Machado de Assis dá à Imprensa Nacional uma aura de perenidade por ter sido servidor da instituição, por ser patrono dela, por ser o maior intelectual brasileiro, traduzido e reverenciado em todo o mundo”. Com essas palavras, o diretor-geral da Imprensa Nacional Fernando Tolentino de Sousa Vieira saudou hoje, de manhã, a passagem dos 172 anos de nascimento do autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas, em movimentado evento, realizado no saguão da entrada principal e assistido por uma platéia de cerca de 100 pessoas, entre servidores, coordenadores-gerais, pessoal terceirizado e autoridades. Representando a Organização das Nações Unidas – Mulheres, entidade que trabalha para a igualdade de gênero e para o empoderamento das mulheres, fez-se presente Rebecca Reichmann Tavares. A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, órgão da Presidência da República, que participa da homenagem à Machado de Assis, esteve presente a chefe de Gabinete, Terezinha Abigail Gonçalves. Na foto acima, “clone” de Machado de Assis roubou a cena hoje de manhã.
O evento “Um Dia com Machado de Assis”, organizado pela Comissão Permanente de Eventos da Imprensa Nacional, começou, às 9h45, com um café lítero-cênico-musical. Ao mesmo tempo em que a Associação dos Servidores da Imprensa Nacional oferecia aos presentes um café, o ator Joeber Duarte circulava no ambiente com um figurino e maquiagem à Machado de Assis e a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Distrito Federal, regida pelo tenente Deligne Bragança e composta por 16 músicos, executava, nos jardins, “Feira de Mangaio”, de Sivuca e Glória Gadelha. A banda, bastante aplaudida, deu o tom festivo e, ao mesmo tempo, solene ao evento. Ela executou mais seis músicas, dentre elas, “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo.
ATORES DERAM VIDA AO GÊNIO CHAMADO MACHADO DE ASSIS
O evento “Um Dia com Machado de Assis”, organizado pela Comissão Permanente de Eventos da Imprensa Nacional, começou, às 9h45, com um café lítero-cênico-musical. Ao mesmo tempo em que a Associação dos Servidores da Imprensa Nacional oferecia aos presentes um café, o ator Joeber Duarte circulava no ambiente com um figurino e maquiagem à Machado de Assis e a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Distrito Federal, regida pelo tenente Deligne Bragança e composta por 16 músicos, executava, nos jardins, “Feira de Mangaio”, de Sivuca e Glória Gadelha. A banda, bastante aplaudida, deu o tom festivo e, ao mesmo tempo, solene ao evento. Ela executou mais seis músicas, dentre elas, “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo.
ATORES DERAM VIDA AO GÊNIO CHAMADO MACHADO DE ASSIS
Após a exibição de dois vídeos curtos sobre Machado de Assis e da leitura dos poemas “Bons Amigos” e de um trecho de “Carolina” pela servidora Adelaide Marli Dorneles Martins, entrou em cena um dos momentos mais tocantes e aplaudidos da programação da manhã. Os atores Joeber Duarte, que incorporou Machado de Assis, e Magno Garrido, mais a narradora Adelaide Marli Dorneles Martins, deram vida a dois contos do Bruxo do Cosme Velho. Primeiro, encenaram “Três Tesouros Perdidos” e, depois, fizeram a leitura dramática de “Filosofia de um Par de Botas”. Os dois atores pertencem ao grupo teatral Caixa Cênica, que agrupa hoje cem profissionais de artes cênicas. Joéber, 25 anos, é formado pela Casa de Artes das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e Magno Garrido, 20 anos, é graduado pela Faculdade Dulcina de Moraes, de Brasília.
A doação de um pequeno e belo busto de Machado de Assis também emocionou os presentes. O ex-servidor da Imprensa Nacional Antonio Edson Araújo Batista, hoje pertencente aos quadros do Arquivo Nacional, produziu, com papel machê, esse busto, em 1999, quando trabalhava no Núcleo de Recuperação de Obras Raras, da Imprensa Nacional, unidade extinta pela administração da época. Hoje, ele doou a obra à Imprensa Nacional, que foi recebida pelo Diretor-Geral, após a assinatura de praxe. “Eu concebi este busto aqui na Imprensa Nacional, a pedido do servidor Fernando de Albuquerque Lima, que dirigia a saudosa Divisão de Documentação. Hoje, fiz a doação por amor à Casa e por ser reverenciar a memória do grande Machado de Assis”, comentou Antonio Edson. Na foto ao lado, o prelo doado pelo servidor do Arquivo Nacional.
A doação de um pequeno e belo busto de Machado de Assis também emocionou os presentes. O ex-servidor da Imprensa Nacional Antonio Edson Araújo Batista, hoje pertencente aos quadros do Arquivo Nacional, produziu, com papel machê, esse busto, em 1999, quando trabalhava no Núcleo de Recuperação de Obras Raras, da Imprensa Nacional, unidade extinta pela administração da época. Hoje, ele doou a obra à Imprensa Nacional, que foi recebida pelo Diretor-Geral, após a assinatura de praxe. “Eu concebi este busto aqui na Imprensa Nacional, a pedido do servidor Fernando de Albuquerque Lima, que dirigia a saudosa Divisão de Documentação. Hoje, fiz a doação por amor à Casa e por ser reverenciar a memória do grande Machado de Assis”, comentou Antonio Edson. Na foto ao lado, o prelo doado pelo servidor do Arquivo Nacional.
Outro ponto de destaque da programação foi a revitalização do espaço cultural que leva o nome de Machado de Assis, e que está localizado em sala contígua ao saguão da entrada principal. O diretor-geral, a chefe de Gabinete da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Terezinha Abigail Gonçalves e a coordenadora de Relacionamento Externo da Imprensa Nacional, Marlei Vitorino da Silva, descerraram a fita, reativando o espaço de leitura, aberto a todos os interessados. Para enriquecer seu acervo, o Espaço Cultural Machado de Assis pede a doação de livros.
Em seu pronunciamento, o diretor-geral falou do privilégio de a Imprensa Nacional ter tido em seus quadros o grande escritor brasileiro e hoje patrono in memoriam do órgão. Observou que mesmo enfrentando grandes dificuldades em uma sociedade de classes, marcada por preconceitos e discriminação, Machado de Assis se impôs pelo seu talento e esforço, tornando-se – acentuou Fernando Tolentino -- “um intelectual que enveredou por todos os terrenos da literatura, pontificando sempre com qualidade”. “Ele, Machado de Assis, o nosso homenageado, deu, ao criar a Academia Brasileira de Letras, sentido de imortalidade ao intelectual, ao pensador, ao escritor.” – asseverou o diretor-geral da Imprensa Nacional, explicando que o gênio machadiano não ocorreu na era da mídia, o que só faz distingui-lo mais ainda hoje, quando seu nove reverbera nos quatro cantos do mundo. Na foto acima, Fernando Tolentino e Antonio Edson expõe a platéia o busto de Machado de Assis, que passa a fazer parte do acervo da instituição.
Em seu pronunciamento, o diretor-geral falou do privilégio de a Imprensa Nacional ter tido em seus quadros o grande escritor brasileiro e hoje patrono in memoriam do órgão. Observou que mesmo enfrentando grandes dificuldades em uma sociedade de classes, marcada por preconceitos e discriminação, Machado de Assis se impôs pelo seu talento e esforço, tornando-se – acentuou Fernando Tolentino -- “um intelectual que enveredou por todos os terrenos da literatura, pontificando sempre com qualidade”. “Ele, Machado de Assis, o nosso homenageado, deu, ao criar a Academia Brasileira de Letras, sentido de imortalidade ao intelectual, ao pensador, ao escritor.” – asseverou o diretor-geral da Imprensa Nacional, explicando que o gênio machadiano não ocorreu na era da mídia, o que só faz distingui-lo mais ainda hoje, quando seu nove reverbera nos quatro cantos do mundo. Na foto acima, Fernando Tolentino e Antonio Edson expõe a platéia o busto de Machado de Assis, que passa a fazer parte do acervo da instituição.
SALA DE LEITURA MACHADO DE ASSIS RECEBE DOAÇÃO DA SEPIR
Em continuidade às comemorações alusivas aos 172 anos do escritor Machado de Assis, os decorados jardins da Casa abrigaram a cerimônia de doação da Coleção História Geral da África para a Sala de Leitura Machado de Assis, no final da tarde desta terça-feira, 21/6. A doação feita pela Secretaria de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Sepir), é composta por oito volumes, editada pela Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (Unesco) em parceria com o Ministério da Educação.O evento marcou também, a adesão da Imprensa Nacional à campanha Igualdade Racial é pra Valer, promovida pela Secretaria, com o objetivo de promover o reconhecimento e a valorização da raça negra, no País.

