Segundo Cícero Pereira Costa, residente na comunidade há 9 anos, não é a primeira vez que o lixo é incinerado, porém não se sabe ainda quem põe o fogo. “Já apelamos para Prefeitura, fizemos abaixo assinado e nada é resolvido. O pessoal que trabalha no lixão diz que são os cacimbeiros quem queimam. Mas esse lixo precisa mesmo é ser enterrado”, alegou.
Mãe de família, Josenilde Medeiros Santana estava rouca durante a reportagem feita pela rádio Voluntários da Pátria AM. “Todo mundo adoeceu, inclusive as crianças”. Até mesmo quem vive da coleta de lixo no local não sabe dizer quem dá início aos incêndios na área. “A gente acha que é um pessoal que faz isso para catar ferro. É perigoso, muitas vezes quase pegou fogo nos barracos. Mesmo assim, nunca vi assistente social ou gente da vigilância sanitária por aqui”, disse Maria Lúcia, que trabalha no local há 15 anos e pede providências urgentes.
Questão social
Mas não é só devido aos incêndios que o local necessita de atenção das autoridades do município. Durante seu relato à reportagem da rádio Voluntários da Pátria AM, Luiz da Silva contou sem ao menos perceber a gravidade da situação que lá, é jogado lixo industrial e até mesmo hospitalar.
Morador da localidade desde os 12 anos, Luiz da Silva desconhece outra realidade profissional. Toda sua família depende da coleta do lixo daquele local. Ele contou que vende o quilo de sacolas plásticas a R$ 0,37, o de garrafas PET a R$ 0,30 e alumínio a R$ 1,50. O apurado na quinzena fica por R$ 800, em média.(informações do site da radio grande rio fm)
Mas não é só devido aos incêndios que o local necessita de atenção das autoridades do município. Durante seu relato à reportagem da rádio Voluntários da Pátria AM, Luiz da Silva contou sem ao menos perceber a gravidade da situação que lá, é jogado lixo industrial e até mesmo hospitalar. Morador da localidade desde os 12 anos, Luiz da Silva desconhece outra realidade profissional. Toda sua família depende da coleta do lixo daquele local. Ele contou que vende o quilo de sacolas plásticas a R$ 0,37, o de garrafas PET a R$ 0,30 e alumínio a R$ 1,50. O apurado na quinzena fica por R$ 800, em média.(informações do site da radio grande rio fm)


