Vocês conhecem Inaldo Sampaio. Sabem que ele só escreve o que for mais conveniente a Eduardo Campos. Sabem também que, com as chantagens feitas pelo senador baino João Durval, Ana Arraes perdeu a vaga certa que tinha no TCU; se estão lendo, sabem que Dilma vem a Juazeiro da Bahia inaugurar a ponte (inacabada) mas não pisará o solo pernambucano outra vez; sabem ainda que ela lançou seu programa de erradicação da pobreza em Alagoas; e sabem que Dilminha já adiou por várias vezes uma visita a Pernambuco. Por ser desnecessário, nem falo da 'candidatura presidencial' do netinho de Arraes - desnecessário dizer que ele trabalha para ser o vice de Lula lá.
Pois, fugindo à regra de encontrar qualquer desculpa paa defender o governo federal, Inaldo Sampaio saiu-se com essa hoje, em seu blog. Pelo visto, ele está virando seguidor do Meu Araripe e começou a trabalhar menos. Está apenas mudando as palavras para postar suas informações.
Leia:
"Sem Jobim, governo Dilma fica ainda mais pobre
O Brasil está tão sem sorte na política que até o melhor ministro do governo Dilma, o gaúcho Nélson Jobim, foi obrigado a pedir demissão por ter feito declarações inoportunas sobre duas colegas de ministério. Jobim era o único político de estado no atual governo. Mas estava impaciente com a mediocridade do Congresso e resolveu falar o que não podia (ou não devia). Dilma tolerou suas imprecisões verbais até onde pôde. Mas ontem se obrigou a tirá-lo para preservar sua autoridade.
Jobim desagradou setores do governo quando foi à festa dos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E lá, num discurso cheio de metáforas, disse que “os idiotas perderam a modéstia”. A imprensa imediatamente foi a campo para tentar descobrir quem seriam os tais idiotas e o próprio Jobim abriu o jogo: eram os próprios jornalistas que escreveram uma porção de bobagens sobre ele. Mesmo assim, houve quem achasse que era um recado indireto para a presidente da República.
A outra declaração sincera, mas inoportuna, foi sobre o voto dado nas últimas eleições ao candidato Serra. Lula e Dilma tinham conhecimento das ligações dele com o tucano e por isso tiraram por menos o que para muitos petistas foi “provocação”. Ontem, porém, Jobim passou de todos os limites. Em novo sinal de impaciência com a mediocridade de alguns ministros, chamou Ideli Salvati de “muito fraquinha” e acusou Gleisi Hoffman de não conhecer Brasília. Foi a gota dágua para ser demitido.
Pobreza 1 - O governo Dilma amanhece hoje sem Jobim mas por força do “presidencialismo de coalizão” é obrigado a manter na esplanada mediocridades como Ideli Salvati (Relações Institucionais), Luiz Sérgio (Pesca), Pedro Novais (Turismo) e Guido Mantega (Fazenda).
Pobreza 2- É por estar cercada de mediocridades que dois meses atrás, no Palácio do Planalto, Dilma virou-se para Eduardo Campos e, na presença do ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), declarou: “Obrigado, Eduardo, por este presente que você me deu”.
Daqui a pouco, pelo andar da carruagem, Inaldo Sampaio nem vai mais postar. Simplesmente colocará o nosso link no seu blog. Até porque, nós aqui temos mais costume e jeito de acertar o 'fígado' do PT.
Pois, fugindo à regra de encontrar qualquer desculpa paa defender o governo federal, Inaldo Sampaio saiu-se com essa hoje, em seu blog. Pelo visto, ele está virando seguidor do Meu Araripe e começou a trabalhar menos. Está apenas mudando as palavras para postar suas informações.
Leia:
"Sem Jobim, governo Dilma fica ainda mais pobre
O Brasil está tão sem sorte na política que até o melhor ministro do governo Dilma, o gaúcho Nélson Jobim, foi obrigado a pedir demissão por ter feito declarações inoportunas sobre duas colegas de ministério. Jobim era o único político de estado no atual governo. Mas estava impaciente com a mediocridade do Congresso e resolveu falar o que não podia (ou não devia). Dilma tolerou suas imprecisões verbais até onde pôde. Mas ontem se obrigou a tirá-lo para preservar sua autoridade.
Jobim desagradou setores do governo quando foi à festa dos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E lá, num discurso cheio de metáforas, disse que “os idiotas perderam a modéstia”. A imprensa imediatamente foi a campo para tentar descobrir quem seriam os tais idiotas e o próprio Jobim abriu o jogo: eram os próprios jornalistas que escreveram uma porção de bobagens sobre ele. Mesmo assim, houve quem achasse que era um recado indireto para a presidente da República.
A outra declaração sincera, mas inoportuna, foi sobre o voto dado nas últimas eleições ao candidato Serra. Lula e Dilma tinham conhecimento das ligações dele com o tucano e por isso tiraram por menos o que para muitos petistas foi “provocação”. Ontem, porém, Jobim passou de todos os limites. Em novo sinal de impaciência com a mediocridade de alguns ministros, chamou Ideli Salvati de “muito fraquinha” e acusou Gleisi Hoffman de não conhecer Brasília. Foi a gota dágua para ser demitido.
Pobreza 1 - O governo Dilma amanhece hoje sem Jobim mas por força do “presidencialismo de coalizão” é obrigado a manter na esplanada mediocridades como Ideli Salvati (Relações Institucionais), Luiz Sérgio (Pesca), Pedro Novais (Turismo) e Guido Mantega (Fazenda).
Pobreza 2- É por estar cercada de mediocridades que dois meses atrás, no Palácio do Planalto, Dilma virou-se para Eduardo Campos e, na presença do ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), declarou: “Obrigado, Eduardo, por este presente que você me deu”.
Daqui a pouco, pelo andar da carruagem, Inaldo Sampaio nem vai mais postar. Simplesmente colocará o nosso link no seu blog. Até porque, nós aqui temos mais costume e jeito de acertar o 'fígado' do PT.
