segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Governo destina R$ 100 milhões para pesquisas em telecomunicações










Recursos do Funttel vão financiar projetos inovadores de empresas do setor

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Repórter: O governo vai assinar dois novos contratos para beneficiar a inovação em telecomunicações. Vão ser R$ 100 milhões de reais em recursos do Funttel, o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico em Telecom. O dinheiro será destinado a operações reembolsáveis, ou seja, empréstimos a juros baixos para que empresas possam desenvolver projetos e soluções inovadoras como incentivo, principalmente, ao Programa Nacional de Banda Larga. Quem vai intermediar as operações é a Finep, a empresa financiadora de projetos do Governo Federal que atua como principal agente financeiro do Funttel. De acordo com o diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia do MiniCom, Pedro Alem, a ideia é tornar a indústria brasileira mais competitiva e, assim, facilitar a vida da população.
Pedro Alem, diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia: É um recurso para que as empresas ganhem competitividade, ganhem produtividade e consigam colocar mais produtos no mercado e desenvolvam essas soluções que podem melhorar o desempenho dos sistemas, das redes de comunicação e propiciem um acesso maior da população à banda larga
Repórter: O Funttel foi criado no ano 2.000. Os R$ 100 milhões de reais destinados às operações reembolsáveis agora correspondem a mais que o dobro do que já havia sido alocado para empréstimos em uma década. Haviam sido liberados até o início do ano passado R$ 40 milhões de reais para financiamentos a empresas. Depois que os contratos forem assinados, a Finep pode começar a fazer os empréstimos. As condições são as seguintes: juros de 2,5% ao ano mais T.R. e prazo de 25 anos para que a Finep devolva os recursos ao Funttel. Os cinco primeiros anos equivalem ao período de carência.
De Brasília, Andréa Xavier
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PPA 2011-2015 vai trazer meta de aumento na densidade de TV por assinatura

Brasília, 10/08/2011 – O Ministério das Comunicações quer incluir no Plano Plurianual (PPA) 2011-2015 metas de expansão dos serviços de TV paga em todo o Brasil. Foi o que disse ontem o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao participar da cerimônia de abertura do Congresso e Feira da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), em São Paulo.

“Queremos elevar a densidade de TV por assinatura, que em 2010 era de 18,2 assinaturas para cada 100 domicílios, para até 32 assinaturas para cada 100 domicílios em 2015. E temos a certeza de que essa meta, que faz parte de nossa proposta para o PPA 2011-2015, será alcançada com o esforço de todos nós”, disse. A uma plateia de empresários e executivos do setor de TV paga, além de entidades civis e governamentais, Bernardo destacou o crescimento do serviço no país e afirmou que o bom momento econômico vivenciado pelo Brasil favorece uma expansão ainda maior do setor.

Segundo o ministro, desde que as primeiras operações começaram a ser lançadas no Brasil, em meados dos 90, até o início dos anos 2000, o serviço se expandiu de forma lenta e intermitente, muito abaixo das expectativas iniciais. “A situação apenas começou a mudar na metade da década passada. Nosso país retomou a estabilidade macroeconômica, o crédito se multiplicou e as empresas nacionais e estrangeiras voltaram a ter confiança para investir aqui”, destacou Bernardo.

Atualmente, o setor de TV por assinatura conta com 11,1 milhões de assinantes. Somente no ano passado, foram registrados 2,3 milhões de novas assinaturas, crescimento de mais de 30% em relação à base de assinantes anterior. Neste ano, apenas nos seis primeiros meses, quase 1,4 milhão de pessoas assinaram serviços de TV paga.

Na avaliação de Bernardo, os indicadores de crescimento do serviço no Brasil não podem ser desvinculados do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). “Temos nas redes de TV por assinatura um importante meio para atingir o usuário final, inclusive com serviços de internet”, afirmou o ministro.

Segundo Paulo Bernardo, o governo adotou uma série de ações, que já estão em andamento, para criar um ambiente de negócios ainda mais propício ao investimento privado, que vai resultar na ampliação da cobertura do serviço, tornando-o cada vez mais barato e popular, além de fortalecer indústria nacional de equipamentos e conteúdos.

PLC 116
Durante a abertura do Congresso da ABTA, o ministro Paulo Bernardo voltou a defender a aprovação do projeto de lei complementar (PLC) 116, que altera as regras da TV por assinatura, como um dos mecanismos para acelerar a expansão da TV paga no Brasil. A expectativa é de que a proposta seja votada ainda nesta semana no Senado Federal.

O projeto cria mecanismos importantes para que produtores e programadores de conteúdos no Brasil contem com a segurança para investimentos em obras audiovisuais nacionais. A estimativa é de que haja um incremento de mais de R$ 300 milhões anuais no mercado audiovisual nacional, depois da aprovação do projeto.

“O PLC 116 remove os obstáculos de uma regulamentação defasada, na qual telecomunicações e TV eram tratadas como mundos à parte, e torna o mercado brasileiro mais propício à convergência”, afirmou Bernardo. Ainda de acordo com o ministro, somado a outras ações, como o novo regulamento de TV a cabo (em elaboração na Anatel), o PLC 116 vai simplificar a abertura de novas operações do serviço e tende a acelerar ainda mais o desenvolvimento do setor.


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Publicado em 10/08/2011
 

Telebrás pode investir R$ 200 milhões em infraestrutura para a Copa

Brasília, 12/08/2011 - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que estão previstos R$ 200 milhões para a Telebrás fazer investimentos “caso seja necessário aporte de recursos federais na construção de mais redes de telecomunicações” para atender aos jogos mundiais de futebol. Ele acrescentou que, neste caso, a estatal alugará a infraestrutura para o prestador de serviços da Fifa. “Não vamos dar nada para ninguém”, afirmou Bernardo, reforçando afirmação anterior de que, após os jogos, as fibras continuam sendo da Telebrás e “cumprindo as atribuições do Programa Nacional de Banda Larga”.

Também o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, disse que o governo espera que a iniciativa privada se articule para realizar os investimentos necessários para preparar as cidades brasileiras que serão sedes da Copa 2014 com uma forte estrutura de transmissão de dados.

“O governo, em última instância, se compromete que em um estádio específico vai existir infraestrutura nas condições técnicas exigidas pela Fifa”, explica. Acrescenta que grande parte dessas exigências já está cumprida, uma vez que as cidades-sede já possuem redes de telecomunicações bastante robustas, sobretudo no caso da fibra óptica.

Entretanto, caso o governo avalie que a iniciativa privada não conseguiu fazer todos os investimentos necessários para garantir internet de qualidade durante a Copa do Mundo, a Telebrás poderá ser acionada para garantir que as exigências impostas pela organização do mundial sejam cumpridas.

Artur Coimbra frisa que a responsabilidade do governo é garantir a existência e a disponibilidade de infraestrutura. “Caso essa estrutura ainda não exista, o governo vai se articular com as prestadoras para que ela exista, vamos averiguar se alguma delas tem interesse em investir. O governo também pode usar medidas fiscais e regulatórias para induzir esses investimentos. E em último caso, o governo pode investir diretamente, por meio da Telebrás”, explica.

O orçamento da Telebrás prevê que possam ser gastos até R$ 200 milhões para investimentos complementares em preparação para a Copa do Mundo. Mas um pedaço dessa fatia, de acordo com o diretor do Departamento de Banda Larga do MiniCom, poderá ser usado na preparação de infraestrutura de telecomunicações para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Em relação ao interesse das empresas privadas em construírem e melhorarem as redes de comunicações para a Copa do Mundo, Artur diz acreditar que o próprio negócio já é um investimento atrativo. “São áreas metropolitanas, muito movimentadas. Além dos estádios, há os edifícios de escritórios próximos. O atendimento desses lugares é, por si só, rentável”, avalia. Ele acrescenta que o governo acredita que não vai ter problemas em garantir as exigências da Fifa: “A Telebrás vai atuar como um braço de investimento, caso seja necessário”.

Para a realização da Copa do Mundo no Brasil, o governo assinou com a Fifa uma lista com 11 garantias de investimentos preparatórios para os jogos. De acordo com esse documento, o Ministério das Comunicações é responsável pelo cumprimento da garantia de existência de redes de telecomunicações e tecnologia da informação.




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Publicado em 10/08/2011
 

CANTOR FABRINI A REVELAÇÃO DA MUSICA SERTANEJA

ACESSE: http://www.fabrini.art.br/

AGRADECIMENTO EM FORMA DE NOTICIAS

O CANTOR SERTANEJO FABRINI, GRAVOU NESSES ÚLTIMOS DIAS, UM VÍDEO PARA O LOCUTOR KELVIS KORTÊS, O MESMO RETRIBUIU OS AGRADECIMENTOS EM FORMA DE UMA MATERIA. QUE TRABALHO LEGAL E UMA BELA PARCERIA.